“A casa a quem a habita” e “A habitação não pode ser um privilégio, a habitação é um direito” são dois dos slogans que se podem ler nos cartazes erguidos por centenas de manifestantes que partiram do Largo do Intendente com destino à Ribeira das Naus, às 16h00.
A manifestação contou com 49 instituições que se erguem contra a especulação imobiliária, gentrificação e demandam habitação acessível para todos.
Durante todo o percurso, foi possível conhecer histórias de quem ali se protestou contra a situação que já se alastrou à periferia da cidade, onde, segundo Rita Silva, da associação Habita, existem famílias a ser “despejadas de forma cruel e bárbara”.
A Associação Habita, criada em 2012, tem trabalhado de perto com pessoas que não conseguem encontrar a primeira habitação bem como famílias que estão a ser despejadas das suas casas. Assim, o protesto que aconteceu simultaneamente em Lisboa e no Porto, pretende lutar também contra a dificuldade dos jovens que não conseguem sair de casa dos pais ou alugar quarto para estudar.
[masterslider id=”35″]
