WorldSight.pt
23 de Mar de 20191 min
Atualizado: 20 de Out de 2019
Lisboa 23.03.2019 Continuando a luta que prometeram ao governo, pelos 9 anos, 4 meses e 2 dias de trabalho, os professores manifestaram-se em Lisboa.
Enquanto desciam a Avenida da Liberdade, rumo ao Terreiro do Paço, as palavras de ordem era várias. Desde a mais clássica “Parlamento escuta, os professores estão em luta!” passando por “Uma só solução: não ao apagão”.
A manifestação contou com a presença da coordenadora do BE, Catarina Martins, que em declarações à imprensa afirmou que: “a luta dos professores é uma luta por um direito básico”.
Adicionalmente, também Arménio Carlos, secretário geral da CGTP e o seu homónimo do PCP, Jerónimo de Sousa e Pedro Roque, do PSP, marcaram presença, aguardando pelo desfile, ao longo da Avenida da Liberdade.
Na chegada ao Terreiro do Paço, João Dias da Silva, da Federação Nacional de Educação (FNE), calculou que a manifestação contasse com cerca de 80 mil professores. Isto quanto grande parte dos manifestantes ainda descia a rua do ouro.
Referindo-se à apreciação parlamentar do diploma do governo, João Dias da Silva, afirmou “Para quem tem dúvidas, aqui está a resposta. Os professores não aceitam ser desconsiderados. O Governo não teve respeito por todo o tempo que os professores trabalharam. Os professores estão a dizer que o Governo não os respeitou e que os partidos devem respeitar”